Sobre nada e tudo ao mesmo tempo,
Sobre a confusão do ser e do não-ser,
Sobre a harmonia do amor e do ódio.
9 de agosto de 2010
Presságio.
Rejeitou-me. Foi fácil, não é? Seria uma mentira se realmente tivesse acontecido, independente da dor que eu sofri, é melhor assim. Só venho te avisar, com o pouco que resta da minha preocupação por você, os resquícios de um amor não vivido, que você está se matando, nesse seu jeito novo de viver. Talvez não faça sentido mesmo, depois de tudo que você passou, você poder se comprometer de novo, você querer amar de volta. Que você me iludiu, todos sabemos, qualquer estranho pôde sentir minha dor enquanto você a causava, mas eu sempre soube que você não seria capaz de valorizar o que eu nutria por... Alguém, nunca soube dizer que era você. Ou talvez, você não quisesse valorizar. Me iludi em meu maior ato de ignorância. Como você foi capaz? Isso não é questão pra agora, aliás, pra tempo nenhum, essa época não merece mais estas perguntas. Somos bons amigos agora, mesma essa nossa amizade me lembrando minha depressão e eu querendo estar livre disso, tenho que lhe avisar: você vai morrer. Todas essas coisas que você tem procurado ultimamente, essas coisas vãs e que não satisfazem, tudo isso que me faz perder a confiança em você... Você vai se arrepender. E talvez, você não queira me escutar, talvez você diga que eu estou errado novamente, mas lembre-se no final de que eu avisei. Só não quero ver-te cair mais ainda, pelo motivo que eu sempre falei que abominava. Você está fazendo aquilo que eu abominava, jogando na minha cara tudo que perdi e me deixando louco. Você pode pensar que eu estou falando isso por relembrar do que passamos, não preciso de viver assim para me lembrar. Apenas a sua existência me recorda da minha dor, só venho com uma boa intenção te contar que estou com um presságio.
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